segunda-feira, 18 de março de 2013

Projeto português ganha concurso de ideias norte-americano


in Tek Sapo, 2013-03-18

O Ziphius foi o grande vencedor do concurso Insert Coin, ganhando o prémio do júri e do público, num total de 25 mil dólares. A classificação é um passo importante para conseguir o financiamento do drone desenvolvido pela Azorean.

O veículo aquático controlado por smartphone tinha conseguido um lugar entre os 10 finalistas do concurso norte-americano promovido pelo Engadget, e depois de uma apresentação que decorreu este fim de semana em São Francisco conseguiu arrecadar a maior votação do júri presente e também do público.

O projeto foi desenvolvido pela Azorean, uma spin out da YDreams e ainda está em fase de protótipo, mas já permite a um utilizador pilotar o veículo como se estivesse sentado ao leme do pequeno submarino.

Cristina Gouveia, da YDreams, confirmou ao TeK que o Ziphius ganhou os dois prémios do concurso Insert Coin. “Dos 10 finalistas selecionados, o Zipphius foi o mais votado online e no evento e por isso ganhou o prémio do Público (5 mil dólares). O Ziphius recebeu ainda o Grande Prémio (20 mil dólares) atribuído pelo júri, público presente em São Francisco e votação online”, explica.

O objetivo é agora prosseguir com a angariação de fundos através de crowdsourcing, por financiamento do público, e a divulgação associada ao concurso vai ser um passo importante. “Esta é sem dúvida uma excelente oportunidade para a empresa Azorean pois é uma importante ajuda para a obtenção do financiamento necessário para passar de protótipo a um produto com distribuição mundial”, adianta ainda Cristina Gouveia, que agradece a todos os que ajudaram o Ziphius com os seus votos

O Ziphius tem por dentro um computador Raspberry Pi e recorre a uma câmara de vídeo HD que permite as vistas subaquáticas. A Azorean planeia abrir a API de controle do veículo e do software para permitir desenvolvimentos específicos de aplicações e jogos que tirem partido do conceito de realidade aumentada.

Reveja abaixo os vídeos abaixo que mostram o conceito e o modo de funcionamento do drone.

terça-feira, 12 de março de 2013

Jardim Zoológico de Lisboa - Chitas do Jardim Zoológico com cinco novos bebés


Publicado em zoo.pt, 12 de março de 2013
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O Jardim Zoológico apresenta os mais recentes membros da família dos felinos, cinco crias de Chita. As pequenas crias, ainda sem nome, são filhas da fêmea Dakartas e do macho Aska.

O nascimento destas cinco crias representa um enorme sucesso do projeto de reprodução levado a cabo pelo Jardim Zoológico, especialmente criado para as Chitas do parque.

Uma equipa de arquitetos, veterinários e especialistas portugueses foram os responsáveis pela reformulação da instalação desta espécie e pelo desenvolvimento de incentivos ao acasalamento. O projeto teve início em 2010 e são agora recolhidos os primeiros resultados com este importante nascimento. As crias, com 5 meses, só agora estão visíveis ao público.

A Chita é uma espécie com elevada dificuldade de reprodução devido às condições do habitat natural e, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, é uma espécie vulnerável. Apesar de poderem acasalar em qualquer altura do ano, as fêmeas atraem os machos durante a curta época de cio com os seus miados e, após um período de gestação de 91 a 95 dias, nascem entre uma e cinco crias.

Conhecidos como os animais terrestres mais velozes, as Chitas conseguem atingir os 100 a 120km por hora. As longas patas e a cabeça pequena em relação ao tamanho do corpo são algumas das suas principais características. Em cada lado do focinho podemos observar uma risca negra enquanto a sua pelagem amarela exibe um padrão regular de pintas negras.

Esta espécie apresenta hábitos diurnos e gosta de procurar abrigo no meio de vegetação densa. As Chitas marcam os limites do seu território com urina, caçando as suas presas por perseguição em corrida (ao contrário da maioria dos felinos, que caçam por emboscada). Alimentam-se essencialmente da caça de gazelas, impalas e pequenos mamíferos (como lebres) e aves.

Vem ao Jardim Zoológico conhecer as novas crias e assiste in loco ao dia-a-dia desta espécie. Aprende e diverte-te em família.

 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Menina de nove anos combate cancro com transplante de seis órgãos

Alannah Shevenell, uma menina norte-americana de nove anos, viu as suas probabilidades de sobrevivência aumentarem depois de uma cirurgia inédita lhe ter substituído na totalidade seis dos seus órgãos vitais: esófago, fígado, estômago, baço, pâncreas e intestino delgado.

in Sol, 3 de Fevereiro de 2012


Tudo começou em 2008, quando Alannah, na altura com cinco anos, começou a fazer febres altas e a perder peso enquanto a sua barriga inchava. Foi então que os médicos descobriram uma rara forma de tumor malígno (sarcoma), impossível de remover e difícil de tratar com quimioterapia.

Ano após ano, as infrutíferas tentativas de tratamento apenas resultaram no alastrar do tumor para vários órgãos.
Depois de três meses de recuperação, aumentam agora as expectativas de sucesso no duro combate a um tumor que começou a pressionar o esófago e a aproximar-se do coração da criança da província de Maine, EUA.

Segundo explica Heung Bae Kim, o cirurgião do Hospital Pediátrico de Boston responsável pelo caso, o transplante multi-órgãos foi a única solução possível para o caso de Allannah e, para isso, a criança esteve mais de um ano em lista de espera.

Quando, em Outubro do ano passado, chegou finalmente a sua vez, a família estava ciente de que as hipóteses de sucesso da operação eram de 50 por cento. No entanto, a arriscada cirurgia parecia ser a única via possível.

De acordo com a CBS, o transplante de seis órgãos foi um procedimento inédito e o transplante do esófago, em particular, foi o primeiro feito em todo o mundo. Para o cirurgião de Alannah, esta foi «provavelmente uma das mais extensas remoções de tumores alguma vez feita».

Mais de três meses depois, a criança de 9 anos regressa optimista a casa, onde vive com os avós, mas vai ter de se submeter a exames de rotina para o resto da vida. Para além disso, terá de tomar diariamente nove comprimidos, alguns duas, três ou quatro vezes por dia, explica a CBS.



Tendo em conta que o seu sistema imunitário se encontra extremamente debilitado, terá de seguir umaa dieta rigorosa e tomar todas as precauções necessárias quando sair à rua.

SOL

Algas podem ser alternativa ao carvão e petróleo

Publicado em JN, 2012-01-20

Peritos crêem que as algas têm um enorme potencial como biocombustível, alternativo aos combustíveis fósseis como o carvão e o petróleo, mais poluentes, ao desvendarem o segredo da transformação do seu açúcar em energia.

Os resultados da investigação, a cargo de especialistas da empresa Bio Architecture Lab, nos Estados Unidos, são divulgados num artigo a publicar na sexta-feira na revista científica Science, noticia a AFP.

As algas são vistas pelos peritos como opção apelativa para a produção de biocombustível porque, ao contrário do milho e da cana-de-açúcar, crescem no mar e, por isso, não interferem com as colheitas agrícolas.

Menos de três por cento das águas costeiras no mundo conseguem produzir algas suficientes para substituir cerca de 60 mil milhões de galões de combustível fóssil, segundo o artigo da revista Science.

No pico de produção, as algas podem gerar anualmente 19 mil litros de biocombustível, ou seja, duas vezes mais a quantidade de etanol extraída da cana-de-açúcar e cinco vezes mais o etanol produzido a partir do milho.

A equipa de peritos norte-americanos manipulou uma variante da bactéria E.coli e conseguiu sintetizar moléculas de açúcar das algas castanhas em etanol.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Se não temos um minuto para parar e escutar um dos melhores músicos do mundo tocar alguma da melhor música alguma vez composta, quantas mais outras coisas estamos a deixar passar ao lado?


A man sat at a metro station in Washington DC and started to play the violin; it was a cold January morning. He played six Bach pieces for about 45 minutes. During that time, since it was rush hour, it was calculated that thousands of people went through the station, most of them on their way to work.

Three minutes went by and a middle aged man noticed there was musician playing. He slowed his pace and stopped for a few seconds and then hurried up to meet his schedule.

A minute later, the violinist received his first dollar tip: a woman threw the money in the till and without stopping continued to walk.

A few minutes later, someone leaned against the wall to listen to him, but the man looked at his watch and started to walk again. Clearly he was late for work.

The one who paid the most attention was a 3 year old boy. His mother tagged him along, hurried but the kid stopped to look at the violinist.

Finally the mother pushed hard and the child continued to walk turning his head all the time. This action was repeated by several other children. All the parents, without exception, forced them to move on.

In the 45 minutes the musician played, only 6 people stopped and stayed for a while. About 20 gave him money but continued to walk their normal pace. He collected $32. When he finished playing and silence took over, no one noticed it. No one applauded, nor was there any recognition.

No one knew this but the violinist was Joshua Bell, one of the top musicians in the world. He played one of the most intricate pieces ever written,with a violin worth 3.5 million dollars.

Two days before his playing in the subway, Joshua Bell sold out at a theater in Boston and the seats average $100.

This is a real story. Joshua Bell playing incognito in the metro station was organized by the Washington Post as part of a social experiment about perception, taste and priorities of people. The outlines were: in a commonplace environment at an inappropriate hour: Do we perceive beauty?

Do we stop to appreciate it? Do we recognize the talent in an unexpected context?

One of the possible conclusions from this experience could be: If we do not have a moment to stop and listen to one of the best musicians in the world playing the best music ever written, how many other things are we missing?